Despesa Corrente sem juro

DESPESA CORRENTE SEM JUROS DESCEU 64% NOS ÚLTIMOS QUATRO ANOS
A despesa corrente total sem juros em Angola, entre 2014 e 2017, desceu 64% devido à redução de 92% nos subsídios, 73% nas compras do Estado, 48% nas prestações sociais e 41% nas remunerações, revela um estudo.
Os dados constam do capítulo sobre Política Monetária e Cambial no livro "Relatório Económico de Angola 2017", documento elaborado anualmente pelo Centro de Estudos e Investigação Científica (CEIC) da Universidade Católica de Angola (UCAN), apresentado segunda-feira, em Luanda.
Em declarações à agência Lusa, o investigador do CEIC, Heitor Carvalho, um dos autores do livro, explicou que a redução de 41% nas remunerações teve reflexos negativos para os cidadãos, nomeadamente os funcionários públicos, que "viram os rendimentos drasticamente reduzidos pelo congelamento de salários num quadro de fortíssima inflação".
Em declarações à agência Lusa, o investigador do CEIC, Heitor Carvalho, um dos autores do livro, explicou que a redução de 41% nas remunerações teve reflexos negativos para os cidadãos, nomeadamente os funcionários públicos, que "viram os rendimentos drasticamente reduzidos pelo congelamento de salários num quadro de fortíssima inflação".